O que vivi naquele dia foi um fim que deu início a uma nova vida! O que se passou elevou-me de certa forma a um status de maturidade tão intenso que sou alguém super grata a você!
Perdi-me de você, mas esta foi uma perda diferente, foi uma perda saudável, na realidade foi a perda que eu de certa forma precisava pra descobrir que nem tudo na vida é do jeito que a gente quer. Foram-se as velhas emoções... Foram-se embora, “e agora eu vejo que aquele beijo era mesmo o fim”, o fim do meu amor infantil e romanesco entrando num processo de transição do emocional para o racional.
Deixei de ser dionisíaca para ser apolínea!
Foi um amor que me fez filosofar sobre o que é amor, fazendo-me perceber que “não amamos as pessoas e sim suas qualidades”. Por você eu percorreria o mundo. Por amor a mim, eu deixarei de te amar, ou melhor, pelo menos não mais me martirizar por alguém que sequer se importa comigo. É justamente por aquele final que sou super grata a você. Por aquele final eu pude aprender com os meus erros tentando não mais errar.
“A Fênix mostrou ao poeta um rolo inflamado que se reduzia a cinzas. “Não te assustes, disse, é tua obra! Ela não tem o espírito do tempo e ainda menos o espírito daqueles que vão contra o tempo; por conseguinte, é necessário que seja queimada. Mas é bom sinal: há muitas auroras que não brilharam ainda” Friedrich Nietzsche
28 de out. de 2009
21 de out. de 2009
Meu eterno Amor, um amor eterno!
Amor... Cruel amor!
Despedaças-te meu coração!
Dilaceraste-o sem ao menos saber o que fazias
Mas mesmo estando ele em forma de chumbo
E revestido de uma pele fina de ouro...
Perdoo-te... Perdoo-te porque eu te amo.
Amo-te não apenas com palavras vazias.
Amo-te não apenas com ações carnais.
Amo-te não apenas por mera atração
Amo-te apenas por saber que amanhã é outro dia
Amo-te apenas por saber que enquanto há vida, há esperança.
Amo-te de um jeito incomensurável, a ponto de
Simplesmente só dizer que EU TE AMO.
Mas por que te amar é tão perturbador?
Por que esse amor pesa tanto em minha vida?
Estávamos tão bem em nossa viagem de barco pelo oceano,
Mas devido ao vendaval nos separamos e nos perdemos...
Agora estou à procura... Navego, navego
Mas esse mar parece não ter fim.
Quando imaginei ter te encontrado para vivermos para sempre juntos...
Quis lançar-me do barco nas profundezas do oceano...
Havia avistado outra embarcação a te resgatar...
Ó eterno amor... Esqueceste de mim?
Terás esquecido quem eu fui quem eu sou?
Quero acreditar que não!
Quero acreditar que me amas com a mesma intensidade que te amo!
Não endureças teu coração em relação a mim!
Não me mates sem-querer...
Não me deixes morrer sem eu saber que realmente me amas!
Despedaças-te meu coração!
Dilaceraste-o sem ao menos saber o que fazias
Mas mesmo estando ele em forma de chumbo
E revestido de uma pele fina de ouro...
Perdoo-te... Perdoo-te porque eu te amo.
Amo-te não apenas com palavras vazias.
Amo-te não apenas com ações carnais.
Amo-te não apenas por mera atração
Amo-te apenas por saber que amanhã é outro dia
Amo-te apenas por saber que enquanto há vida, há esperança.
Amo-te de um jeito incomensurável, a ponto de
Simplesmente só dizer que EU TE AMO.
Mas por que te amar é tão perturbador?
Por que esse amor pesa tanto em minha vida?
Estávamos tão bem em nossa viagem de barco pelo oceano,
Mas devido ao vendaval nos separamos e nos perdemos...
Agora estou à procura... Navego, navego
Mas esse mar parece não ter fim.
Quando imaginei ter te encontrado para vivermos para sempre juntos...
Quis lançar-me do barco nas profundezas do oceano...
Havia avistado outra embarcação a te resgatar...
Ó eterno amor... Esqueceste de mim?
Terás esquecido quem eu fui quem eu sou?
Quero acreditar que não!
Quero acreditar que me amas com a mesma intensidade que te amo!
Não endureças teu coração em relação a mim!
Não me mates sem-querer...
Não me deixes morrer sem eu saber que realmente me amas!
Viveu apenas entre o Bem o e o Mal, Deus e o Diabo; entre o céu e o inferno. Não passava de mais uma Jezabel da vida. Uma perdida da Babilônia.
Olhem! Eis a filha do Prazer e da Juventude e irmã do Profano. Amamentada pela Embriaguez e Imperícia, cresceu entre companheiros que a completam: Amor-próprio, Adulação, Esquecimento, Volúpia, Irreflexão e o Sono Profundo.
Ei! Acordem! É com muita honra que vos apresento alguém que estende o seu poder a todo gênero humano; alguém que está sempre diante dos vossos olhos. Nesse instante quero que a conheçais- a Loucura.
Olhem! Eis a filha do Prazer e da Juventude e irmã do Profano. Amamentada pela Embriaguez e Imperícia, cresceu entre companheiros que a completam: Amor-próprio, Adulação, Esquecimento, Volúpia, Irreflexão e o Sono Profundo.
Ei! Acordem! É com muita honra que vos apresento alguém que estende o seu poder a todo gênero humano; alguém que está sempre diante dos vossos olhos. Nesse instante quero que a conheçais- a Loucura.
Para ser poeta é realmente necessário ter alma, ter coração? É realmente necessário ter algo a se inspirar? Bem, eu quase não tenho uma alma, idem um coração “bom”, mas isso não impede que eu me inspire em alguma coisa, algo que sirva de inspiração a alguém. E agora? Será que sou “poeta”?
Já consideraram o que escrevo como “Filosofia Poética para a Destruição”, poderia até ser o título desse livro, se bem que às vezes chego a concordar. Vivo o que chamam de “crise existencial”, “procura da identidade”, é... creio que ambos estão mais para questões psico-filosóficas, tanto é que de vez em quando “quero me encontrar , mas não sei onde estou”...O que vou me tornar, o que fazer, são alguns dos muitos questionamentos que permeiam a minha mente.
Sinceramente, questionar a esse ponto-, por isso não questione, apenas viva! Tudo o que você pode fazer pode ser feito no Hoje, no Agora! O que foi feito ontem não retorna, você apenas pode não repetir os erros Hoje, para que Amanhã você não venha a se arrepender e colher os frutos amargos do passado.
Já consideraram o que escrevo como “Filosofia Poética para a Destruição”, poderia até ser o título desse livro, se bem que às vezes chego a concordar. Vivo o que chamam de “crise existencial”, “procura da identidade”, é... creio que ambos estão mais para questões psico-filosóficas, tanto é que de vez em quando “quero me encontrar , mas não sei onde estou”...O que vou me tornar, o que fazer, são alguns dos muitos questionamentos que permeiam a minha mente.
Sinceramente, questionar a esse ponto-, por isso não questione, apenas viva! Tudo o que você pode fazer pode ser feito no Hoje, no Agora! O que foi feito ontem não retorna, você apenas pode não repetir os erros Hoje, para que Amanhã você não venha a se arrepender e colher os frutos amargos do passado.
À pessoa que mais amei nessa vida... C.E.F.C.
Eu te amei, elevei-te ás alturas!
Doei-me de corpo e alma e tudo o que recebi em troca foi de tudo em nada. Amar-te para sempre será o meu destino? Até quando continuarás a perturbar-me? Crueldade, pior, sadismo!
Será tu o anjo dos meus temíveis pesadelos? Ou talvez isso tudo não passa de uma artimanha minha para te ter aprisionado em meus pensamentos. Não sei!
A única coisa que sei, é que mesmo que eu me envolva com diversos passatempos, nenhum será capaz de apagar de minha memória quem tu foste e quem tu és para mim- O ser amado para sempre perdido.
Doei-me de corpo e alma e tudo o que recebi em troca foi de tudo em nada. Amar-te para sempre será o meu destino? Até quando continuarás a perturbar-me? Crueldade, pior, sadismo!
Será tu o anjo dos meus temíveis pesadelos? Ou talvez isso tudo não passa de uma artimanha minha para te ter aprisionado em meus pensamentos. Não sei!
A única coisa que sei, é que mesmo que eu me envolva com diversos passatempos, nenhum será capaz de apagar de minha memória quem tu foste e quem tu és para mim- O ser amado para sempre perdido.
Não existe ser humano capaz de conhecer o próximo tão intimamente.
O fato de você conviver com uma pessoa vinte, trinta, quarenta anos ou mais, não significa que você a conhece! Este “conhecer” não quer dizer apenas saber o nome dela, seus gostos e preferências, este “conhecer” significa saber do que essa pessoa realmente é capaz de fazer. E não há momento melhor do que o da raiva para descobrirmos o nosso verdadeiro instinto.
O fato de você conviver com uma pessoa vinte, trinta, quarenta anos ou mais, não significa que você a conhece! Este “conhecer” não quer dizer apenas saber o nome dela, seus gostos e preferências, este “conhecer” significa saber do que essa pessoa realmente é capaz de fazer. E não há momento melhor do que o da raiva para descobrirmos o nosso verdadeiro instinto.
Por um instante pensei em ser a solução para todos os problemas da humanidade. Por um instante pensei que a humanidade era a razão de todos os meus problemas.
Por um instante pensei em carregar todos os pecados do mundo. Por um instante pensei que o mundo todo era a causa dos meus pecados.
Por um instante pensei em destruir a sociedade com sua hipócrita e inútil emoção. Por um instante pensei que estava sendo destruída pela emoção fútil da sociedade.
Por um instante pensei que o amor e a solidariedade seriam a esperança de um mundo melhor. Por um instante pensei que a esperança de um mundo melhor estaria no aniquilamento dessa perdida raça humana.
Por um instante pensei que toda a maldade seria extinta pelo amor. Porém percebi que quem mata o amor dentro de si mesmo é capaz de qualquer maldade.
Por um instante pensei em carregar todos os pecados do mundo. Por um instante pensei que o mundo todo era a causa dos meus pecados.
Por um instante pensei em destruir a sociedade com sua hipócrita e inútil emoção. Por um instante pensei que estava sendo destruída pela emoção fútil da sociedade.
Por um instante pensei que o amor e a solidariedade seriam a esperança de um mundo melhor. Por um instante pensei que a esperança de um mundo melhor estaria no aniquilamento dessa perdida raça humana.
Por um instante pensei que toda a maldade seria extinta pelo amor. Porém percebi que quem mata o amor dentro de si mesmo é capaz de qualquer maldade.
15 de out. de 2009
O Caos de uma Vida
Utilizar-me de palavras rebuscadas e incompreensíveis, tornam-me um ser filosófico? Pensar e começar a indagar a existência das coisas é o que basta para ser filósofo? Eia! Vós todos que dizeis ter o espírito da Filosofia! Ela não está em vós, vós estais nela- Isso sim é o que nos torna filósofos.
A eterna busca por resposta a questionamentos nada fáceis de lidar é o que move o mundo, é o que move o verdadeiro pensar filosófico. Essa sim é a verdadeira paixão pela qual vivemos. Uns são alegres e dançantes, outros são sombrios e introspectivos. Mas que isso importa? O importante é que estamos aí para questionar e duvidar de tudo aquilo que se considera pré- estabelecido. Eis o vigor do meu Eu! Eis o que eleva o meu espírito.
Não preciso elevar-me. Enquanto tentais elevar-nos, eu já me elevei; enquanto tentais andar, eu há muito já corri. Sempre estarei anos- luz à vossa frente.
A eterna busca por resposta a questionamentos nada fáceis de lidar é o que move o mundo, é o que move o verdadeiro pensar filosófico. Essa sim é a verdadeira paixão pela qual vivemos. Uns são alegres e dançantes, outros são sombrios e introspectivos. Mas que isso importa? O importante é que estamos aí para questionar e duvidar de tudo aquilo que se considera pré- estabelecido. Eis o vigor do meu Eu! Eis o que eleva o meu espírito.
Não preciso elevar-me. Enquanto tentais elevar-nos, eu já me elevei; enquanto tentais andar, eu há muito já corri. Sempre estarei anos- luz à vossa frente.
Paródia do texto de Augusto dos Anjos- Psicologia de um vencido
Eu objeto de escárnio e santidade
Vivo confiante e em plena desconfiança
Massacrada pelo materialismo fútil desta era
Torno-me vítima de influências maléficas.
Ando pelos piores caminhos da minha mente
Abstenho-me dos piores sentimentos do ser humano
Tal como sedento deseja água- eu à morte
Pois estou no meu pior pesadelo- minha vida.
Friamente calculo a porcentagem vital
Percebo o quanto sou maldosa, calculista, colérica
Sou tudo o que a realidade cristã rejeita
Sou errada, errante, sabedora do bem, praticante do mal
Sou talvez uma herege
Acredito que mais um lobo em pele de cordeiro.
Vivo confiante e em plena desconfiança
Massacrada pelo materialismo fútil desta era
Torno-me vítima de influências maléficas.
Ando pelos piores caminhos da minha mente
Abstenho-me dos piores sentimentos do ser humano
Tal como sedento deseja água- eu à morte
Pois estou no meu pior pesadelo- minha vida.
Friamente calculo a porcentagem vital
Percebo o quanto sou maldosa, calculista, colérica
Sou tudo o que a realidade cristã rejeita
Sou errada, errante, sabedora do bem, praticante do mal
Sou talvez uma herege
Acredito que mais um lobo em pele de cordeiro.
O Caos de uma Vida
Estão livres, podem voar desimpedidos, atravessar limites, descobrir novos “mundos”, e quem sabe achar o paraíso. Mas será que existe paraíso? Será que existe liberdade? Ou será que tudo não passa de meras utopias, como a própria busca pela Verdade?
O mundo é uma gaiola, nós somos pássaros com asas mutiladas, apenas nosso pensamento é alado. Se rompermos com mundo, atingiremos outra dimensão e esta talvez seja a morte, ou quem sabe outra forma de vida- o despertar do subconsciente.
Mas pra que mexer no que está oculto aos nossos olhos, e que está nas raízes submersas das profundezas do mar? Ninguém ainda foi capaz de penetrar no mais profundo deste oceano, por que ninguém é tão sábio para alcançar tal façanha.
Por causa da solidão estamos mortos, limitados e tristes, e por nos matarmos mutuamente, somos um monte de cinzas.
Eu já não sou eu e nem sei quem sou, apenas sei que pássaros da solidão acostumados à gaiola morem quando saem dela.
O mundo é uma gaiola, nós somos pássaros com asas mutiladas, apenas nosso pensamento é alado. Se rompermos com mundo, atingiremos outra dimensão e esta talvez seja a morte, ou quem sabe outra forma de vida- o despertar do subconsciente.
Mas pra que mexer no que está oculto aos nossos olhos, e que está nas raízes submersas das profundezas do mar? Ninguém ainda foi capaz de penetrar no mais profundo deste oceano, por que ninguém é tão sábio para alcançar tal façanha.
Por causa da solidão estamos mortos, limitados e tristes, e por nos matarmos mutuamente, somos um monte de cinzas.
Eu já não sou eu e nem sei quem sou, apenas sei que pássaros da solidão acostumados à gaiola morem quando saem dela.
Por que sou tão diferente?
Porque não creio em superstições. Estas não passam de uma espécie de encantamento ou de poder mágico que o medo exerce sobre a alma ignorante; filha desgraçada da imaginação, emprega para nos impressionar, os fantasmas, os sonhos e as visões... A ignorância e a barbárie criam a superstição, a hipocrisia a alimenta com vãs cerimônias, o falso zelo a aumenta e o interesse a perpetua. Simplesmente como Nietzsche disse: “Foeda Superstitio”... Eis por que não sou supersticiosa. Por que sou tão diferente?
Porque nasci para quebrar paradigmas. Eis o que sigo- minha mente, meu além-ser. Eis o que tenho necessidade- duvidar de tudo aquilo que esteja preestabelecido. Eis o que sou- alguém em busca de respostas.
Eis o que possuo I- Medo e coragem. Medo de enfrentar o desconhecido; coragem que abate esse medo, lembrando-me que só aos decadentes cabe temer experiências novas.
Eis o que possuo II- Amor e ódio. Amor àquilo e àquele que queira elevar-me para além de mim mesma. Ódio por tudo aquilo que pretenda me subjugar, aprisionar-me ao mundo de decadência, a tudo o que queira destruir meu corpo, corroer minha alma e corromper meu espírito. Eis o valor de minha existência- quebrar paradigmas. Por que sou tão diferente?
Porque uso uma moeda cunhada de ambos os lados pela hipocrisia. Hipocrisia, a principal característica dos decadentes. Vem por aí inocentemente, às vezes vem sobre bandejas para servir a quem tem necessidade de usá-la das mais diversas formas. Outras vezes surge com intenções claras, aparece tão obviamente que quando se percebe, já estamos nos servindo dela sem querer. Mas porque não usarmos a simples desculpa de que, se vivemos entre a decadência, sentimos inevitável necessidade de utilizá-la como meio de sobrevivência?
Será que esta proposição ainda me faz ser tão diferente? Ou será que não passo de alguém com vestígios de uma moral escravista? Eis o que sou e o que possuo- Uma moeda, essa maldita moeda... Uma necessária moeda... Apenas essa moeda...
Porque nasci para quebrar paradigmas. Eis o que sigo- minha mente, meu além-ser. Eis o que tenho necessidade- duvidar de tudo aquilo que esteja preestabelecido. Eis o que sou- alguém em busca de respostas.
Eis o que possuo I- Medo e coragem. Medo de enfrentar o desconhecido; coragem que abate esse medo, lembrando-me que só aos decadentes cabe temer experiências novas.
Eis o que possuo II- Amor e ódio. Amor àquilo e àquele que queira elevar-me para além de mim mesma. Ódio por tudo aquilo que pretenda me subjugar, aprisionar-me ao mundo de decadência, a tudo o que queira destruir meu corpo, corroer minha alma e corromper meu espírito. Eis o valor de minha existência- quebrar paradigmas. Por que sou tão diferente?
Porque uso uma moeda cunhada de ambos os lados pela hipocrisia. Hipocrisia, a principal característica dos decadentes. Vem por aí inocentemente, às vezes vem sobre bandejas para servir a quem tem necessidade de usá-la das mais diversas formas. Outras vezes surge com intenções claras, aparece tão obviamente que quando se percebe, já estamos nos servindo dela sem querer. Mas porque não usarmos a simples desculpa de que, se vivemos entre a decadência, sentimos inevitável necessidade de utilizá-la como meio de sobrevivência?
Será que esta proposição ainda me faz ser tão diferente? Ou será que não passo de alguém com vestígios de uma moral escravista? Eis o que sou e o que possuo- Uma moeda, essa maldita moeda... Uma necessária moeda... Apenas essa moeda...
O que me faz ser tão diferente?
Não consigo seguir certos moralismos, moralismos esses que escravizam, alienam, e matam. A maioria ao meu redor segue “fielmente” a isso, mas como é que uma pessoa criada sob a mesma regra não se influencia pela mesma?
O que me faz ser tão diferente?
Talvez eu queira transvalorizar todos os valores e ir para além do bem e do mal- algo muito nietzscheano de minha parte- mas como? De que maneira eu posso alcançar tal proeza se estou presa entre grades da decadência?
O que me faz ser tão diferente?
Por que sou tão diferente?
Será que sou diferente?
PECATTTUM ORIGINALE...
PUR MISE EM SCÈNE!
O que me faz ser tão diferente?
Talvez eu queira transvalorizar todos os valores e ir para além do bem e do mal- algo muito nietzscheano de minha parte- mas como? De que maneira eu posso alcançar tal proeza se estou presa entre grades da decadência?
O que me faz ser tão diferente?
Por que sou tão diferente?
Será que sou diferente?
PECATTTUM ORIGINALE...
PUR MISE EM SCÈNE!
O Caos de uma Vida
Agora estou na fase do “nem desistir, nem tentar agora tanto faz”. O que me fortalece é isto bem aqui. Eis a minha fonte de prazer eterno, este ato incessante de escrever sobre mim e todos, sobre todos e tudo e sobre tudo e nada.
O que é complexo senão a nossa maneira de viver, pensar e agir? Vivemos “como manda o figurino”, pensamos às vezes sem pensar e geralmente agimos por imposição de outrem.
Por instinto somos os donos do nosso próprio nariz, quando passamos a conviver, a história muda- temos de seguir as regras. O que somos e para quem somos? Somos (às vezes) marionetes pensantes agindo sob um sistema manipulador e alienante, ora para agradar, ora para evitar represálias ou também uma punição.
Quem inventou o livre arbítrio com certeza não soube prever o futuro da raça humana.
O que é complexo senão a nossa maneira de viver, pensar e agir? Vivemos “como manda o figurino”, pensamos às vezes sem pensar e geralmente agimos por imposição de outrem.
Por instinto somos os donos do nosso próprio nariz, quando passamos a conviver, a história muda- temos de seguir as regras. O que somos e para quem somos? Somos (às vezes) marionetes pensantes agindo sob um sistema manipulador e alienante, ora para agradar, ora para evitar represálias ou também uma punição.
Quem inventou o livre arbítrio com certeza não soube prever o futuro da raça humana.
Assinar:
Comentários (Atom)