O problema não sou eu... O inferno são os outros
“A Fênix mostrou ao poeta um rolo inflamado que se reduzia a cinzas. “Não te assustes, disse, é tua obra! Ela não tem o espírito do tempo e ainda menos o espírito daqueles que vão contra o tempo; por conseguinte, é necessário que seja queimada. Mas é bom sinal: há muitas auroras que não brilharam ainda” Friedrich Nietzsche
12 de abr. de 2011
Loucura Natural
Não preciso delas pra me sentir bem, pra poder delirar, já faço isso sem! Sou louca por natureza, o que faço ou deixo de fazer faço em plena sobriedade de sentidos. O fato real é que ninguém entende ou quer entender... Mas tô "vivendo"...
"Diana me dê um talismã"
Escrever na melancolia é minha sina... Nada mais inspirador do que retomar a escrita na dor da perda, perda essa de amigos, família, amor, de tudo e as vezes de/do nada. Pedirei a Diana aquele talismã pra poder viajar... Viajar pra bem longe, sentir outros ares...
"Diana me dê um talismã". Viajarei também quando o Sol desmaiar, sem deixar rastros, a vagar pela noite... divagar com meus botões, delirar em meus pensamentos, viajar... Somente.
1 de abr. de 2011
Felicidade ou Momentos de felicidade?
Sou a menina que caminha ao som das belas artes musicais que me fazem rir, chorar, refletir, querer morrer, querer amar, querer viver, sonhar e realizar, outrora nada!
Aquela que não é perfeita como parece ser à priori, muito pelo contrário, fico com raiva, ódio até, e muitas vezes não sei me regenerar- desculpas? perdão? as vezes, somente as vezes. Jádisseram que sou compulsiva naquilo que faço de verdade e o sou! Vezes e por muitas vezes meu soluçar é descontrolado, não faço teatro-choro de verdade. Certos momentos caio em gargalhadas, morro de rir, momentos... Apenas momentos para descontração, nada além disso! Alegria? Sorrio e choro também, tem horas que até sem reação eu fico, mas felicidade...
Não sou aquela pessimista ao extremo de outrora, mas não vejo a felicidade aqui, tipo assim, como num passo de mágicas ou então: "- Ei! Eu sou a felicidade e tô batendo na sua porta agora. Quer que eu entre?" Não1 Nada disso! Vejo a felicidade como algo a ser custoso e absoluto. Não acredito que uma pessoa que se diz feliz no sentido mais estrito da palavra, possa aparecer amanhã cabisbaixa ou até deprimida. Não posso denominar isso como felicidade. Não acredito "na" felicidade (isso como algo absoluto) e sim em "momentos de felicidade".
Aquela que não é perfeita como parece ser à priori, muito pelo contrário, fico com raiva, ódio até, e muitas vezes não sei me regenerar- desculpas? perdão? as vezes, somente as vezes. Jádisseram que sou compulsiva naquilo que faço de verdade e o sou! Vezes e por muitas vezes meu soluçar é descontrolado, não faço teatro-choro de verdade. Certos momentos caio em gargalhadas, morro de rir, momentos... Apenas momentos para descontração, nada além disso! Alegria? Sorrio e choro também, tem horas que até sem reação eu fico, mas felicidade...
Não sou aquela pessimista ao extremo de outrora, mas não vejo a felicidade aqui, tipo assim, como num passo de mágicas ou então: "- Ei! Eu sou a felicidade e tô batendo na sua porta agora. Quer que eu entre?" Não1 Nada disso! Vejo a felicidade como algo a ser custoso e absoluto. Não acredito que uma pessoa que se diz feliz no sentido mais estrito da palavra, possa aparecer amanhã cabisbaixa ou até deprimida. Não posso denominar isso como felicidade. Não acredito "na" felicidade (isso como algo absoluto) e sim em "momentos de felicidade".
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